Just You


Eterno , faço qestão qe seja ! ∞
Ele me deu borboletas, eu agarrei sua mão; e o resto é história, por assim dizer. Passamos alguns anos aprendendo tudo sobre o outro. Nos tornamos melhores amigos e nos apaixonamos. Criamos uma vida inteira juntos. Um mundo que só nós dois entendíamos. Nos amamos sinceramente. Demos tudo o que podíamos dar. Mas, em algum lugar ao longo do caminho, nos tornamos dependentes e de rotina, rostos passam e tudo é sempre igual. Sinto nosso mundo diferente. Eu sou feliz estando ao lado dele: dar um passeio, assistir a um filme, rir de piadas bobas. Continuamos a conversar e nos dar muito bem, mas quando ele me toca eu não sinto muito. Ele tenta me beijar apaixonadamente, mas meus lábios não sentem nada. Eu acho que na vida privada sobre a maneira que eu costumava sentir ao lado dele e eu choro. Eu penso em deixá-lo e as lágrimas caem pesadas. Eu não quero nunca mais saber dele. Seu abraço ainda está quente como é a sua presença, mas eu já não me encontro querendo dormir nos braços ou partilhar todos os meus pensamentos com ele. Eu sinto que estou lentamente escorregando e ele está me segurando. Eu sinto que pouco tenho para dar, mas eu continuo a gastar todo o meu tempo com ele. Eu ainda procuro sua mão quando andamos pelo parque. Eu ainda coloco minha cabeça em seu ombro. Eu ainda o abraço quando dizemos boa noite. Ele é meu melhor amigo e eu o amo demais para quebrar o seu coração. Amanda Magalhães, em ”Em algum lugar no meio do caminho”.  (via fizdemimpoesia)

(via fizdemimpoesia)

(Source: xiafeng, via promessas-frageis)

(Source: laughingfits, via icanbefix)

(Source: , via odeiorotulos)